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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PRODUZIR 75 TONELADAS DE ADUBO ORGÂNICO PARA FERTILIZAR O SOLO, E A IMPORTÂNCIA DA AGRICULTURA NATURAL EM SÃO TOME PRÌNCIPE

JUCA TURA CO
      ALBERTINO           
(projeto) iniciativa partiu da (UCCLA). para Recolha, tratamento do lixo, sensibilização das populações e alunos de todas as escolas públicas são os motivos principais objetivos do projeto avaliado em torno de 1 milhão e 300 mil euros na primeira fase(1 ano) 750.000 e na segunda fase(2 anos) 600.000). 75% do financiamento é da União Europeia. O Estado Português, e são tome, participam e  contribuíram cada um com 10%, e a UCCLA é outro parceiro no financiamento com 5%.

Através da central de compostagem, e alguns locais mais perto(arredores) da capital são-tomense, vai produzir 75 toneladas de composto orgânico por ano. daqui para frente, cerca de 50% do lixo (RSU´s) produzidos na cidade de São Tomé e arredores, será transformado em adubo orgânico. Lembrando se que o processamento deste tipo de lixo em composto orgânico para agricultura, e obter no final da segunda fase (2anos) cerca num total de 75 toneladas produzidas por ano.

de acordo com ( Mokiti Okada japonês) destacou a importância da pratica da   agricultura natural mundial,que é um processo que se contribua para  minimizar a fome e fim da miséria no mundo.
Em São Tomé e Príncipe a IMM já aplicou a sua prática de agricultura natural em certas escolas, e também nas casas fazendo as hortas caseiras nos quintais das  pessoas,informando  por  várias pessoas sobre a importância da  agricultura natural, como por  exemplo  para a saúde ,  o meio ambiente,e também mexer com a terra e cultivar sem a presença de adubo.

Esta atividade,é  um plano estratégico  para minimizar  o cultivo dos produtos agrotóxicos,(químicos).Lembrando se que antes da criação da agricultura moderna,todos os alimentos eram produzidos de forma orgânica sem a utilização dos produtos tóxicos(químicos). 

REFERENCIAS

UCCLA. São Tomé vai produzir 75 toneladas de adubo orgânico para fertilizar o solo. Disponível em:<http://www.uccla.eu/index.php?option=com_contentHYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"&HYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"view=articleHYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"&HYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-soloHYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"&HYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"catid=58HYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"&HYPERLINK "http://www.uccla.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=1949:sao-tome-vai-produzir-75-toneladas-de-adubo-organico-para-fertilizar-o-solo&catid=58&Itemid=225"Itemid=225>. Acesso em: 06 ago. 2013


SOARES, João. A importância da agricultura natural em S. Tomé e Príncipe. Disponível em: <http://www.inh.st/maravilha5.htm>. Acesso em: 12 ago. 2013.

SITUAÇÃO DA AGRICULTURA EM PORTUGAL

JUCA TURA CO

ALBERTINO YALA

PRODUÇÃO AGRÍCOLA
Em  1986-1995, a produção agrícola portuguesa sofreu a queda   anual de 3,1%, em termos reais. A taxa  da queda  da produção agrícola portuguesa desceu  nos anos de 1995-2001 para 1,6% por um período (ano), sendo assim mais  inferior à média da  UE  (2,2%  por  um  período (ano). mas ainda assim,  agricultura  portuguesa  na produção agrícola total da UE união européia cresceu  de 2,0%, em 1995, para 2,2%, em 2001. E assim  , a produção agrícola interna  tem  sido  crescendo  menos do que doação  alimentar,  estando  assim  na   origem  de  um  difícil  alimentar  crescente. 


DG Agricultura. Situação da Agricultura em Portugal. Disponível em: http://ec.europa.eu/agriculture/publi/reports/portugal/workdoc_pt.pdf. Acesso em: 08 ago. 2013 

domingo, 4 de agosto de 2013

Historia e geografia de Portugal

Juca Tura Co 
Albetino yala
Quando entrou no domínio da história escrita com a invasão romana da península Ibérica. A romanização deixou marcas duradouras na língua, na lei e na religião. Com o declínio do Império Romano foi ocupado por povos germânicos e depois por árabes, enquanto os cristãos se recolhiam a norte, nas Astúrias.
Em 1139, durante a reconquista cristã, foi fundado o Reino de Portugal a partir do condado Portucalense, nascido entre os rios Minho e Douro. A estabilização das suas fronteiras em 1249 tornou Portugal o primeiro Estado-nação europeu.1 Como pioneiro da exploração marítima na Era dos Descobrimentos, o reino de Portugal expandiu os seus territórios entre os séculos XV e XVI, estabelecendo o primeiro império global da história, com possessões em África, na América do Sul, na Ásia e na Oceania. Em 1580 uma crise de sucessão resultou na União Ibérica com Espanha. Sem autonomia para defender as suas posses ultramarinas face à ofensiva holandesa, o reino perdeu muita da sua riqueza e status. Em 1640 foi restaurada a independência sob a nova dinastia de Bragança. O terramoto de 1755 em Lisboa, as invasões espanhola e francesas, resultaram na instabilidade política e económica. Em 1820 uma revolta fez aprovar a primeira constituição portuguesa, iniciando a monarquia constitucional que enfrentou a perda da maior colónia, o Brasil e, no fim do século, a perda de estatuto de Portugal na chamada partilha de África.
geografia
As fronteiras de Portugal estão definidas por montanhas e rios, sendo o interior montanhoso, descendo para planícies largamente cultivadas. O ponto mais alto do território português é a Montanha do Pico, situada na Ilha do Pico, arquipélago de Açores, com 2 351 metros de altitude. Portugal é atravessado por três grandes rios (Douro, Tejo e Guadiana), tendo estes a sua nascente em Espanha e desembocando nas principais cidades do país.
A parte continental tem forma rectangular com comprimento máximo de 561 Km entre Melgaço no Minho e o cabo de Santa Maria no Algarve, de largura, 218 Km entre a foz do Neiva até ao rio Douro no sentido Norte-Nordeste de Miranda do Douro. Do território 11,6% está acima dos 700 m de altitude e 13,1% não atinge os 200 m, sendo 61,5% a Sul do Tejo.
O clima mediterrânico está presente por todo o território continental português, divindindo-se em 2 subtipos, segundo Köppen: Csa e Csb. A versão mais pura está presente a sul da Serra da Estrela, que possui temperaturas elevadas no Verão e Invernos frescos, sendo que os Verões são secos e os Invernos mais húmidos. Ao norte da Serra da Estrela, no Nordeste do país, está presente um mediterrânico continentalizado, mais húmido e com temperaturas médias mais baixas, sobretudo nas zonas altas, enquanto as zonas baixas, no Vale do Douro, registam valores altos, semelhantes aos do sul do país, como Pinhão, com média anual de 16,4°C.1 No Litoral Norte (no Noroeste do país), o clima é mediterrânico com influência marítima, e possui Verões moderados.

Bibliografia

Livros
Anderson, James Maxwell. In: James Maxwell. The History of Portugal, Greenwood histories of the modern nations. Westport: Greenwood Publishing Group, 2000. ISBN 0313311064
al-Maqqari, Ahmed Mohammed. In: Ahmed Mohammed. The History of the Mohammedan Dynasties in Spain; extracted from the Nafhu-T-Tib Min Ghosni-L-Andalusi-R-RattibWaTarikhLisanu-D-Din Ibni-L-Khattib- VOL. II.. Nova Iorque: Johnson Reprint Corporation, 1964. ISBN 0313311064
Azevedo, J. Lúcio d'. In: J. Lúcio d'. O marquês de Pombal e a sua época. Open Library: Annuario do Brasil, Seara Nova, 1922.
Barreira, Aníbal; Moreira, Mendes. In: Aníbal. Rumos da História. Porto: Edições ASA, 2003. ISBN 972-41-2899-7
Boxer, Charles Ralph. In: Charles Ralph. Four Centuries of Portuguese Expansion, 1415-1825: A Succinct Survey. Berkeley: University of California Press, 1969. ISBN 0520014197

Cavendish, Marshall. In: Marshall. World and Its Peoples: Portugal and Spain. New York: Marshall Cavendish Corporation, 2009. ISBN 0761478922

ANALISE DOS LIMITES DA PRODUÇÃO APLICADOS Á AGRICULTURA PORTUGUESA

JUCA TURA CO 
ALBERTINO YALA

Foi efetuada uma análise dos limites da produção aplicados à agricultura portuguesa através da PAC, para determinar o grau em que são restritivos. Atualmente são aplicadas limitações da produção praticamente em todos os sectores, mas as mais sensíveis são as que se aplicam ao sector das culturas arvenses (cereais/oleaginosas/proteaginosas), às vacas em aleitamento, aos bovinos machos, ao leite, ao algodão, ao açúcar e ao azeite. No sector das culturas arvenses, os limites da produção são aplicados em todo o país, através de limitações das superfícies e de rendimentos de referência. No que se refere à superfície, aplicam-se atualmente limites da superfície de base, da superfície de base de regadio e da superfície máxima garantida, para o trigo duro. De acordo com os pedidos de pagamentos de 2002/03, as superfícies para que foram pedidas ajudas são inferiores ao nível máximo da superfície de base, bem como ao da superfície de base de regadio. No caso do milho, a superfície de base é de 221 400 ha e a superfície para a qual foram apresentados pedidos é de 190 632 ha. Além disso, não foi ainda utilizada até à data a reserva de 60 000 ha prevista no âmbito da Agenda 2000 para as novas superfícies de regadio. Pode concluir-se,portanto, que atualmente esses limites máximos não são restritivos.
 No caso da carne de suíno e de aves, uma função de oferta em que o preço anual (com 1 período de atraso, para o caso dos suínos) e o preço do milho são as variáveis explicativas permitiu obter bons resultados. No caso das outras carnes, não foi possível determinar uma função de oferta adequada.
No caso do trigo duro, a situação é menos clara. Foram apresentados pedidos para 189 632 ha, quando a superfície elegível é de 118 000 ha, ou seja, uma ultrapassagem de perto de 60%, que desencadeou uma redução proporcional do montante do suplemento ao trigo duro. Para pôr em perspectiva esta ultrapassagem, recorde-se que a superfície elegível aumentou de 20 000 ha, em 1993, para 118 000 ha, no âmbito da Agenda 2000.  âmbito do regime de ajudas às culturas arvenses, a superfície de base foi sistematicamente subutilizada, tal como se tem verificado sempre desde que o regime começou a ser aplicado, em 1993. Em todas as campanhas de comercialização do período de 1993- 2002, entre 10% e 25% das superfícies elegíveis não receberam ajudas, devido ao fato de não terem sido apresentados pedidos.
Observe-se também que em Portugal o rendimento de referência foi estabelecido em 1993 a um nível que permitia futuros aumentos do rendimento. Até à data os rendimentos efetivos têm sido inferiores ao rendimento de referência e atualmente o rendimento de referência é superior em 20% ao rendimento efetivo. Finalmente, registou- se um aumento significativo das superfícies retiradas da produção, que atingiram em 2002 22% da superfície total; a taxa de retirada de terras da produção foi significativamente mais elevada no Alentejo e no Algarve, ao mesmo  tempo que as superfícies forrageiras que beneficiam de ajudas estão a diminuir. No que se refere ao sector da carne de bovino, no âmbito da Agenda 2000 o número de prémios foi reduzido em 3% em Portugal, em comparação com 5,5% para a EU no seu conjunto. O limite máximo do número de prêmios às vacas em aleitamento é atualmente de 277 539 cabeças (sem os prémios à reconversão). Foram apresentados pedidos para 279 819 cabeças, uma ultrapassagem de menos de 1% que é conforme com a tendência verificada em quase todos os Estados-Membros, se bem que em Portugal a diferença entre o número de direitos ao prémio e o número efetivo de animais seja mais elevada (21%) do que a média da UE (10%).Em 2002 o limite máximo para os prémios aos bovinos machos estabelecido para Portugal era de 160 720 cabeças (sem os prémios à reconversão) e foram apresentados pedidos para 175 047, uma ultrapassagem de 9%. Em 2001/02 a quota leiteira portuguesa de 1 861 171 t foi excedida em muito pouco, por uma produção de 1 862 625 t. Porém, de acordo com a decisão do Conselho Europeu de Nice, a quota leiteira de 73 000 t dos Açores não foi tida em conta, pelo que até à data não foi paga nenhuma imposição suplementar. Esta derrogação especial acabou em Abril de 2003. Portanto, de futuro Portugal deverá pagar a imposição suplementar se exceder a quota. Em 1991 a quota foi fixada a um nível superior em 25% ao do consumo e atualmente a manteiga é objeto de uma intervenção quase permanente. A quantidade máxima garantida de algodão fixada para Portugal é de 1 500 t, mas a produção anual ainda não atingiu esse nível. A quantidade máxima garantida para o azeite português são 51 244 t e a produção também não atingiu nunca esse nível.
A quota total de açúcar para Portugal Continental é de 69 718 t (A+B) e em 2002/03 a produção foi de 78 000 t. As quantidades que excedem a quota (açúcar C) transitaram para a campanha de comercialização seguinte. Nos Açores, a quanta é de 9 953 t e a produção em 2002/03 foi apenas de 620 t. Uma vez que ao longo destes últimos dez anos raramente limitaram a produção, instrumentos de gestão da oferta setorial como as superfícies máximas garantidas, as quotas, os limites máximos nacionais e regionais, etc., contribuíram pouco para cercear o desenvolvimento da agricultura portuguesa, se bem que, nos últimos anos, as autoridades portuguesas tenham manifestado o seu receio de que essas limitações estejam a desempenhar um papel mais importante do que no passado.
Referencias
eurostat,income from agricultura atectivo(2001 edition
para sau; agricultura estatístico(aurastat)
inquérito é estrutura das explorações agriculturas(aurastat)

inquérito estrutura das explorações(agricultura)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Um pouco da Historia, característica geográfica, e uso da terra total de são tome príncipe

Juca tura co
Albertino yala

As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, quando os navegadores portugueses João de Santarém e Pedro Escobar as descobriram.
Os portugueses colonizaram-na com cristãos-novos que tinham sido expulsos pela Inquisição.
A cana-de-açúcar foi introduzida nas ilhas no século XV, mas a concorrência brasileira e as constantes rebeliões locais levaram a cultura agrícola ao declínio no século XVII. Assim sendo, a decadência açucareira tornou as ilhas entrepostos de escravos para o Caribe e para o Brasil.
No contexto da Dinastia Filipina, o capitão António Monteiro Maciel jurou fidelidade ao novo monarca em 10 de junho de 1581.
Entre as principais dificuldades por que passaram as ilhas no final do século XVI destacam-se as revoltas de africanos entre 1590 e 1595, das quais a mais importante foi a Revolta dos Angolares. Na Ilha do Príncipe, em representação do governo havia o Administrador do Conselho com largas atribuições. A colónia achava-se dividida em dois Conselhos, o de São Tomé e o do Príncipe, e em várias freguesias.
Em 1951 o território adquiriu o estatuto de Província Ultramarina portuguesa, sendo feito um esforço de desenvolvimento na agricultura, vias de comunicação e da educação.
Em 1960, por influência do processo de descolonização no continente africano, surgiu um grupo nacionalista opositor ao domínio ditatorial português. Em 1972, o grupo dá origem ao MLSTP (Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe), de orientação marxista. Assim, em 1975, após cerca de 500 anos de controle de Portugal, o arquipélago é descolonizado, como consequência da Revolução dos Cravos em Portugal, um ano antes.
Características geográficas
Área      17 km²
População (2005)            56.166
Densidade          180 hab./km²
Clima     Tropical
Altitude               137 metros
Uso da terra em São Tomé e Príncipe
Área total           2012      960         km2
Densidade populacional              2011      187.0     pessoas por km2
Área total por 1000 habitantes  2011      5.3          km2 por 1000 pessoas
Área de terra    2012      960         km2
Área de terra por 1000 habitantes          2011      5.3          km2 por 1000 pessoas
Área de terra (percentagem da área total)         2011      100.0     % Da área total
Superfície da água          2012      0             km2
Superfície da água por 1000 habitantes                2011      0.0          km2 por 1000 pessoas
Superfície da água (percentagem da área total)               2011      0.0          % Da área total
Terras agrícolas                2007      570         km2
Terras agrícolas por 1000 habitantes      2007      3.2          km2 por 1000 pessoas
Terras agrícolas (percentagem da área total)     2007      59.4       % Da área total
Terras agrícolas (percentagem da área terrestre)            2007      59.4       % Da área terrestre
Terra arável       2007      90           km2
Terra arável por 1000 habitantes             2007      0.5          km2 por 1000 pessoas
Terra arável (percentagem da área total)            2007      9.4          % Da área total
Terra arável (percentagem da área terrestre)   2007      9.4          % Da área terrestre
Terra arável (porcentagem de terras agrícolas) 2007      15.8       % Da área agrícola
Culturas permanentes  2007      470         km2
Culturas permanentes por 1000 habitantes        2007      2.6          km2 por 1000 pessoas
Culturas permanentes (percentagem da área total)      2007      49.0       % Da área total
Culturas permanentes (percentagem da área terrestre)             2007      49.0       % Da área terrestre
Culturas permanentes (porcentagem de terras agrícolas)           2007      82.5       % Da área agrícola
Prados e pastagens permanentes          2007      10           km2
Prados e pastagens permanentes por 1000 habitantes 2007      0.1          km2 por 1000 pessoas
Prados e pastagens permanentes (percentagem da área total)               2007      1.0          % Da área total
Prados e pastagens permanentes (percentagem da área terrestre)      2007      1.0          % Da área terrestre
Prados e pastagens permanentes (porcentagem de terras agrícolas)    2007      1.8          % Da área agrícola
Área de floresta              2007      274         km2
Área de floresta por 1000 habitantes     2007      1.5          km2 por 1000 pessoas
Área de floresta (percentagem da área total)   2007      28.5       % Da área total
Área de floresta (percentagem da área terrestre)          2007      28.5       % Da área terrestre
Outra terra         2007      116         km2
Outra terra por 1000 habitantes               2007      0.6          km2 por 1000 pessoas
Outra terra (percentagem da área total)             2007      12.1       % Da área total
Outra terra (percentagem da área terrestre)    2007      12.1       % Da área terrestre.

Referencias