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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Características geográficas de ANGOLA


Danisio Silva
Adelino de Lucena
Herlon Silva
Valdécio Rodrigues
Igor Simplício
João Bosco

Angola atualmente é o sexto país Africano que possui maior dimensão, com uma área aproximadamente de 1.246.700 Km², com fronteira terrestre de 4.837 Km. Sua população é estimada em 14 milhões de habitantes com 18 províncias. Suas principais cidades são: Luanda, Lobito, Huambo, Benguela, Lubango, Soyo, malange e Cabinda. São falados seis tipos de língua de raiz bantu: Kikongo, Kimbundo, Chokwe, Umbundo, mbunda e kwanyama, sendo a língua oficial predominante o português. A moeda que circula em Angola é Kwanza (KZ).
A religião é predominante à católica com 75% da população, seguido pelos protestantes 15% e outros que representam 10 %.
As etnias estão divididas em 37% de Ovimbundo, 25% de Kimbundo, 13% Bakongo e 25% das demais existentes.
A repartição das terras também é bastante diversificada com apenas 2% das terras aráveis, 23% de Pântanos e  pastagens, 43% de Floresta e 32% com  outras finalidades.
É um país que apresenta um clima bem interessante, que varia desde o clima seco típico do deserto, ao que seria tropical com períodos chuvosos regular em savana e temperado devido a altitude. As principal bacia hidrográfica é a do rio Kwanza sendo também o maior e mais navegável por embarcações de transporte de mercadorias com aproximadamente 1.000 quilômetros de extensão.
Angola apresenta uma flora com cinco zonas naturais caracterizadas como: flora húmida, savana seca com árvores e arbustos, savana associadas a mata, estepe, ao longo de uma faixa costeira e desértica.
A fauna é bastante diversificada existindo várias espécies como: a Palanca Negra Gigante existente no Parque Nacional de Kangandala  localizado na província de Malange, gorilas e chimpanzés, elefantes, pacaça, cabra de leque, hiena, leão, leopardo, hipopótamo, no Parque Nacional do Lona, rinoceronte encontra-se na Província do Namibe, Guelengue do deserto, zebra e vários outros. Na Província do Cunene especificamente no Parque Nacional da Mupa, há uma preocupação na proteção de vários animais especialmente as Girafas, existindo também avestruz, Elefantes e outros. Próximos aos rios há presença de jacarés, cobras (gibóias) crocodilos e sengues. Em toda Angola existem no total cerca de nove parques e reservas surgidos diretamente para proteção dos animais existentes na fauna angolana, sendo que algumas espécies deles ameaçados de extinção.
FONTE: Monografia de Angola;
FONTE: o futuro começa agora;

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A CRIAÇÃO ANIMAL: potenciais e desafios para repensar a economia em Timor Leste

Adelino Lucena
Danisio Vieira
Erlon Silva
Igor Simplício
João Bosco
Valdécio Rodrigues

O setor de criação de animais em Timor Leste apresenta potencialidade significativa para a melhoria da nutrição do povo, sendo possível mediante o acesso a carne e aos derivados do leite disponibilizar os alimentos necessários à vida dos Timorenses. Além disso, a criação de animais pode gerar empregos e altos rendimentos ao país pela a exportação.

De acordo com as pesquisas realizadas pelo CENSOS 2010, por volta de 80% das famílias em Timor criam animais. Além do gado os mais comuns são, cabras, ovelhas, porcos e aves, por exemplo, as galinhas. Veja a distribuição dos animais por famílias conforme o gráfico abaixo:

FAMÍLIAS COM ANIMAIS E NÚMEROS DE ANIMAIS

Fonte: Adaptado do Censos 2010 

Em linhas gerais, percebe-se o grande número de 700.000 galinhas e o número de famílias que criam ultrapassam 100.000. Em relação aos porcos este alcançam pouco mais de 300.000 sendo distribuídos por volta de 100.000 famílias e, por último, temos o gado e a cabra em que apresentam em média 150.000 cabeças cada um e o número de famílias criadoras desses animais ficam em torno de 50.000. 
Apesar do grande número de aves (galinhas), e de animais (porco, gado, cabra) são necessárias novas medidas para viabilizar o setor de criação de animais.
Atualmente, é condicionado por norma do governo que os animais vivam soltos a céu aberto e a maioria dos agricultores não tem costume de cultivar culturas de pasto. Um dos principais agravantes referente à criação animal é o baixo conhecimento dos agricultores sobre a própria criação de animais e sobre saúde animal.
A produção do setor de aves em sistema intensivo é algo que preocupa, pois não apresenta mudança satisfatória, devido os elevados preços da importação de ração concentrada, o baixo preço da exportação de frangos e por serem importados os ovos de galinhas.            
Em Timor há um grande potencial para produção de porcos, de aves e de exportação da carne bovina para a Indonésia, desde que, sejam disponibilizadas políticas de saúde animal para promover vacinas no intuito de reduzir as doenças e, também será necessária a aplicação de recursos na alimentação dos animais.  

Para mais informações acesse:

http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CDcQFjAA&url=http%3A%2F%2Fplanipolis.iiep.unesco.org%2Fupload%2FTimor-Leste%2FTimor-Leste_Plano_Desenvolvimento_Estrategico_2011-2030.pdf&ei=9VrVUdW8IouI0QGTcg&usg=AFQjCNHPkm86i-AL1-b4xK1Oeu5fWH09jw 

CARACTERÍSTICAS HISTÓRICAS DO TIMOR LESTE

Adelino Lucena
Danisio Vieira
Erlon Silva
Igor Simplício
João Bosco
Valdécio Rodrigues

Em meados do séc. XVI o país foi integrado como território português e pouco tempo mais tarde a região ocidental foi ocupada pelos Holandeses depois de muitos conflitos com os portugueses, o país ficou separado em região leste pertencente a Portugal e oeste com a Holanda.

Depois que a Indonésia ficou independente em 1945 o Timor Leste deixou de ser administrado pela Holanda e tornou-se território Indonésio.Em consequência da revolução do dia 25 de Abril em Portugal pela restauração da república, o Timor Leste entrou no processo de independência e em 28 de Novembro de 1975 esta foi proclamada. Mas 10 dias depois o território foi invadido pelas tropas da Indonésia que acabaram por conquistar a região e começaram um processo de censura contra os povos timorenses.

As nações unidas começaram a intervir enviando tropas ao país a partir daí começou-se o processo de aceitação ou não da Indonésia pela população, e em 1998 foi realizado um reverendo para saber o que a população queria e a mesma preferiu que o país se tornasse independente.

Posteriormente, surgiram muitas manifestações por parte das milícias pró-Indonésia, destruindo grande parte das infraestruturas e assassinando muita gente. Neste período o país sofreu uma queda na economia, onde a maioria da população era do meio rural, sobreviviam da agricultura e pesca e viu suas benfeitorias serem destruídas.


O país restaurou a independência em 20 de Maio de 2002 e naquele ano foi elaborada a sua constituição. E a partir dessa data começou- se o processo do desenvolvimento do país.

ATIVIDADE AGRÍCOLA EM TIMOR LESTE

Adelino Lucena
Danisio Vieira
Erlon Silva
Igor Simplício
João Bosco
Valdécio Rodrigues

A atividade agrícola no Timor Leste deve ser pautada sobre dois pilares; em que o primeiro deve ser voltado para produção agrícola sustentável e o segundo para conservação florestal.

Nessa perspectiva, buscam-se minimizar os impactos causados ao meio ambiente, devido à necessidade de se ter recursos para a atividade agrícola, por exemplo, as nascentes, as florestas, os solos, a fauna, a flora serem bem conservados ou quando possível preservados. Portanto, todos os recursos disponíveis na agricultura em Timor devem ser administrados no intuito de impedir danos à deterioração dos solos e prejuízos ao meio ambiente. Outro fator que requer atenção é o uso abusivo de defensivos agrícolas, de pesticidas, de herbicidas e de todos os demais produtos que degradam os recursos naturais que os agricultores utilizam para a produção.

Justifica-se a necessidade dessa abordagem sustentável sobre o ponto de vista de que, 70% da área em Timor apresenta inclinação superior a 26º, dessa área maior parte é preenchida por famílias rurais que fazem uso dela para cultivar. Só que devido à falta de manejo adequado para essas áreas temos a seguinte situação:

Os terrenos estão degradados devido à erosão dos solos, retenção limitada de humidade e diminuição da fertilidade. Isto contribui para uma baixa produtividade e para uma susceptibilidade elevada de situações de escassez de alimentos.     
(PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO, Pág. 120)

Pensando nessas circunstâncias devem ser tomadas novas medidas para contornar tal situação, pois a agricultura de subsistência é predominante em Timor, mas a mesma se encontra fragilizada sobre os aspectos de produção e de produtividade, devido a uma má qualificação dos agricultores ou pela falta de apoio governamental. Pois, as políticas voltadas para a agricultura no Timor Leste é imprescindível pela quantidade da população rural existente neste país,  seja para melhorar a produção seja para inseri-los no mercado, fortalecendo-os economicamente.

Para mais informações acesse:

http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CDcQFjAA&url=http%3A%2F%2Fplanipolis.iiep.unesco.org%2Fupload%2FTimor-Leste%2FTimor-Leste_Plano_Desenvolvimento_Estrategico_2011-2030.pdf&ei=9VrVUdW8IouI0QGTcg&usg=AFQjCNHPkm86i-AL1-b4xK1Oeu5fWH09jw