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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Breve História de Portugal

Agricultura nos Países Lusófonos 


Equipe: Everlania Felix, Mykaelly Morais, Júnior Pinheiro, Dálber Silva.
Curso: Agronomia. (6ª trimestre.).
Professor: Rodrigo


Breve História de Portugal
 

A história de Portugal como nação europeia, remonta a Baixa Idade Média (período da história da Europa entre os séculos V e XV). Sendo que a presença humana em seu território ocorreu há cerca de 500 mil anos. 

Os primeiros povos a visitarem (ou invadirem), a região, foram os Lígures (segundo Hesíodo século VI a.C, eram um dos três povos “bárbaros”, que governavam sobre a costa ocidental do mundo conhecido), e os Íberos (povo que habitou as regiões sul e leste da Península Ibérica na antiguidade). Depois vieram os fenícios, gregos, cartagineses (povo de origem semita), e celtas. Mas foi por volta do século III a.C, que houve a invasão romana na Península Ibérica. Os romanos deixaram marcas profundas na língua, na lei, e também na religião. Após o declínio do império romano, a península foi ocupada por povos germânicos, e depois por mulçumanos (mouros, e alguns árabes). Nesse período os cristãos foram para o norte, nas Astúrias. 

O Reino de Portugal, só foi fundado em 1139, durante a reconquista cristã. Com a estabilização de suas fronteiras em 1297, Portugal tornou-se o país europeu com as fronteiras mais antigas.
Como pioneiro da exploração marítima, Portugal expandiu os seus territórios, entre os séculos XV e XVI, estabelecendo o primeiro império global. 

Navegação em Portugal 

Desde a idade média que os portugueses praticavam navegação no litoral de seu território. A navegação dessa época era destinado principalmente á pesca do bacalhau. Foi através dessa atividade, que os portugueses adquiriram conhecimentos náuticos. E foi com esses conhecimentos, que esse país se tornou uma das principais potências, em navegações, e descobrimentos marítimos. 

Durante os séculos XIV e XV, os navegadores portugueses fizeram viagens em busca de recursos minerais, vegetais, e outras riquezas, na costa do continente africano. Mas os seus maiores empreendimentos marítimos, aconteceram nos séculos XV e XVI, com descobertas e conquistas de vários territórios na África, Ásia, e América do Sul. 

Um fato que ajudou impulsionar a navegação portuguesa foram os preços das especiarias asiáticas, que os genoveses, e venezianos cobravam. Eram os comerciantes das duas cidades italianas, Gênova, e Veneza, que dominavam, e usavam a rota do Mar Mediterrâneo, obrigando Portugal a buscar uma nova rota para comprar especiarias asiáticas. Essa nova rota foi descoberta pelo o navegador Vasco da Gama, que chegou ás Índias contornado o continente africano. 

Com essa descoberta os portugueses passaram a comercializar as especiarias na Europa, obtendo altos lucros. Com esse comércio a economia do país cresceu, tornando Portugal uma nação economicamente importante. 

Referência:
HISTÓRIA de Portugal – Wikipédia, a enciclopédia livre Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Portugal>. Acesso em: 03 set. 2013. 

IDADE Média – Wikipédia, a enciclopédia livre - Wikipédia - Wikipedia Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia>. Acesso em: 02 set. 2013. 

LÍGURES – Wikipédia, a enciclopédia livre Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADgures>. Acesso em: 02 set. 2013. 

IBEROS – Wikipédia, a enciclopédia livre Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Iberos>. Acesso em: 03 set. 2013. 

OS CARTAGINESES Povo de origem semita (logo, não i... - Roma Antiga Disponível em: <http://roma-antiga.blogspot.com.br/2005/06/os-cartagineses-povo-de-origem-semita.html>. Acesso em: 02 set. 2013. 

NAVEGAÇÕES PORTUGUESAS - história dos descobrimentos ... Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/pesquisa/navegacoes_portuguesas.htm>. Acesso em: 02 set. 2013.
Apostila Pré-Universitária. Volume 4.A. Ed. Ipiranga, Fortaleza, 2007. História. pág.33

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS DE PORTUGAL




UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA
UNILAB

Disciplina: Agricultura nos países Lusófonos
Equipe: Mykaelly Morais, Everlania Felix, Júnior Pinheiro, Dálber Silva.

País situado na área ocidental da península Ibérica possui superfície de 92.391 km² fazendo fronteira com a Espanha na parte norte e leste do país. O território abrange três unidades territoriais que são Portugal Continental, a região autônoma dos Açores e por fim a região autônoma da Madeira.

A capital do país é Lisboa, mas as outras regiões também têm seu destaque e importância, como por exemplo, o Porto, e Coimbra. O relevo apresenta variedades de formas em cada região, influenciando assim na incidência de chuvas, que variam devido ao relevo.

Na questão hidrográfica é importante evidenciar que o regime dos rios (ao Sul) é um fator que também influencia na variação das chuvas, podendo interferir ou no total dessas chuvas ou ao longo do período chuvoso. Já no período de verão as chuvas ocorrem com menor frequência, portanto o volume dos rios tem uma diminuição de seu nível. Os rios de Portugal são Tejo considerado o maior, Douro, Minho e Guadiana. O rio que corre exclusivamente em Portugal é chamado de Mondego possuindo 220 km² de comprimento e há os rios de pequeno tamanho por conta da forte influência do relevo existente nas ilhas.

            Economicamente Portugal tem apostado no comércio e nos serviços que tem demonstrado avanços significativos, fortalecendo assim a economia. Em seguida vem á indústria transformadora de matérias primas fazendo conservas, laticínios e produtos alimentares. Segundo dados da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) Portugal Global, a indústria portuguesa tem investido cada vez mais nas novas tecnologias, dentre esses, destacam-se os investimentos nos setores de automóveis e eletrônicos. Já o setor industrial encontra-se localizado em Braga, Porto, Aveiro, Lisboa e Setubal o setor é tido como um dos fatores mais importante na composição econômica do país gerando empregos e renda. Existe também a exportação dos produtos oriundos do setor industrial.

A agricultura vem encontrando obstáculos por conta de fatores como a falta de especialização técnica dos agricultores bem como a falta de estimulo por parte dos agricultores e a queda da produtividade. Mas mesmo em meio às dificuldades segundo dados do site infopédia, a produção de fruticultura, horticultura e pecuária são uma esperança de mudar esta realidade que a agricultura enfrenta. A pesca é outra atividade que encontra dificuldades em Portugal, pois o país se torna sujeito a outros países. Segundo dados da AICEP Portugal Global, a população de Portugal é de 10,6 milhões de habitantes.





Referências
Portugal. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-08-25].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$portugal>.

GLOBAL, Aicep Portugal. Portugal - Ficha País. Disponível em: <www.portugalglobal.pt/PT/Internacionalizar/Paginas/SobrePortugal.aspx‎>. Acesso em: 25 ago. 2013.

GLOBAL, Aicep Portugal. Portugal - Ficha País. Disponível em: <http://www.portugalglobal.pt/PT/Biblioteca/LivrariaDigital/PortugalFichaPais.pdf>. Acesso em: 25 ago. 2013.

sábado, 31 de agosto de 2013

CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Everlania Felix
 Mykaelly Morais
 Júnior Pinheiro
Dálber Silva.

São Tomé e Príncipe estão localizados no golfo da Guiné, no litoral do continente Africano, e é composto por duas ilhas e ilhéus de pequeno tamanho. A superfície do país é de 1.001 km2 sendo que a ilha de São Tomé ocupa 859 km2, e os 142 km2 restantes é ocupado pela ilha de príncipe, de modo que a distância da costa africana é de 300 km. 


O conjunto de ilhas de São Tomé e príncipe estão divididos em sete distritos, segundo os dados da AIP (Associação Industrial Portuguesa), os quais são: Água Grande, Canta Galo, Caué, Lembá, Lobata, Mé-Mochi situados em São Tomé, e a região Pagué na ilha do Príncipe. O país possui natureza vulcânica fazendo com que o relevo seja do tipo acidentado, constituindo em sua formação montanhas, picos e cones. Por conta da grande intensidade da erosão formou-se o “Cão grande” e o “Cão pequeno” que são chaminés vulcânicas que passaram por um intenso processo de erosão. Os pontos mais altos podem ser encontrados em São Tomé que possui 2.024m, em Pinheiro com 1.613m, em Calvario com 1.600m e por fim Príncipe com 948m. 


O clima do país é do tipo equatorial quente e úmido com algumas modificações na temperatura média ocorrendo assim variações no decorrer do ano. São registrados mínimos valores de temperatura do mês de junho a setembro onde ocorre o período de seca chamado de “Gravana” a temperatura fica mais elevada em setembro a abril período chuvoso. O índice de chuva é muito variável apresentando diferenças bem marcantes em cada região do país. O país pode ser susceptível a possíveis catástrofes naturais e ambientais por conta da subida do nível do mar ocasionado pelo aquecimento global trazendo destruições devido ao aumento dos processos erosivos. A agricultura é a base da economia de São Tomé e Príncipe, com quase o total dos lucros vindos do plantio do cacau dominando as exportações, e complementando a economia do país. Ressalta-se que a ajuda oferecida por outros países e organizações é de valiosa importância para o país. 



Os rios de São Tomé e príncipe ocupam 2,1 milhões de metros quadrados. Alguns desses rios são originados na área florestada de Obó e os principais são: Yô grande que é considerado o maior do país, Do ouro, Manoel Jorge, abade e já na ilha do príncipe situa-se o Papagaio. Os solos do país são consideravelmente férteis, segundo dados do MSI (Estratégia de Implementação das Maurícias), os tipos encontrados no país são peraferralíticos, fersialíticos, aluviosolos e barros pretos. A vegetação do país ocupa grande parte da superfície o que ajuda a diminuir os processos erosivos, pois considerando à presença dessa vegetação ocorre a diminuição da vazão e da passagem da água para o interior do solo.
  
Referências:
..., Casa Amarela Casa Vermelha Turismo. S. TOMÉ E PRÍNCIPE. Disponível em: <http://casaamarelacasavermelha.blogspot.com.br/2006/08/s-tom-e-prncipe.html‎>. Acesso em: 24 jun. 2013.

São Tomé e Príncipe. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-06-25].

Disponível na www: <URL:
http://www.infopedia.pt/$sao-tome-e-principe>.

..., Vale Columbia. Guia do investidor de São Tomé e Príncipe. Disponível em: <http://www.vcc.columbia.edu/pubs/documents/SaoTome-sept11portu.pdf>. Acesso em: 23 jun. 2013.

AIP. Estudo do Mercado de S. Tomé e Príncipe. Disponível em: <http://www.aip.pt/irj/go/km/docs/aip/documentos/estudos%20publicacoes/centro%20documentacao/Internacionalizacao/%C3%81frica/S.%20Tom%C3%A9%20e%20Pr%C3%ADncipe/S.%20Tome%20e%20Principe.pdf>. Acesso em: 23 jun. 2013.
WIKPÉDIA. São Tomé (São Tomé e Príncipe). Disponível em: <pt.wikipedia.org/wiki/São_Tomé_(São_Tomé_e_Príncipe)‎>. Acesso em: 23 jun. 2013.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

DADOS ESTATÍSTICOS DE PORTUGAL E SÃO TOMÉ E PRINCIPE.

DADOS ESTATÍSTICOS DE PORTUGAL E SÃO TOMÉ E PRINCIPE.  
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2º Opção de Download
Quadro 01: População residente total, por sexo, 2003 – 2010
País
População residente (10³ hab.)
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
PORTUGAL
10 474,7
10 529,3
10 569,6
10 599,1
10 617,6
10 627,3
10 637,7
10 637,0
Homem
5 066,3
5 094,3
5 115,7
5 129,9
5 138,8
5 142,6
5 148,2
5 146,6
Mulheres
5 408,4
5 434,9
5 453,9
5 469,2
5 478,8
5 484,7
5 489,5
5 490,3
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
143,2
146,1
149,0
151,9
154,9
157,8
160,8
163,8
Homem
70,8
72,2
73,5
74,9
76,3
77,6
79,0
80,4
Mulheres
72,4
73,9
75,5
77,0
78,6
80,2
81,8
83,4

Quadro 02: População por zona de residência

País
População por zona de residência (10³ hab.)
2010
2015
2020
Total
Urbano
Rural
Total
Urbano
Rural
Total
Urbano
Rural
Portugal
10 732,36
6 514,86
4 217,50
10 787,37
6 864,12
3 923,25
10 767,05
7 148,46
3 618,59
%
100
60,7
39,3
100
63,6
36,4
100
66,4
33,6
São Tomé e Príncipe
163,78
100,02
63,77
178,98
115,23
63,75
194,62
131,50
63,12
%
100
61,1
38,9
100
64,4
35,6
100
67,6
32,4

Quadro 03: Utilização de terras, 2009


País
Utilização de terras
Área total (km²)
Área agrícola
Terra arável
Culturas permanentes
Matas e florestas

(km²)
(%)
(km²)
(%)
(km²)
(%)
(km²)
(%)
Portugal
92 207,4
37 159,6
40,3
11 341,5
12,3
7 837,6
8,5
34 854,4
37,8
São Tomé e Príncipe
  1 001,0
560,0
55,9
100,0
10,0
450,0
45,0
281,3
28,1


Quadro 04: Produção de cereais, 2003 – 2010

País
 PRODUÇÃO DE CEREAIS (10³ T)
2007
2008
2009
2010
PORTUGAL
TOTAL
1 066,0
1 311,6
1 118,2
1 019,2
Arroz
156,2
150,7
161,8
170,2
Aveia
62,0
92,4
70,7
66,1
Centeio
22,7
22,2
19,4
17,6
Cevada
80,7
99,8
72,8
30,6
Milho
616,9
701,6
634,1
626,2
Trigo
102,3
203,3
124,1
82,6
Triticale
25,2
41,5
35,3
25,9
São Tomé e Príncipe
TOTAL
0,7
1,5
1,5
X
Arroz
0,2
0,4
0,4
X
Milho
0,2
0,4
0,3
X
Painço
0,3
0,7
0,8
x

 

Quadro 05: Efetivos animais segundo a espécie, 2003 - 2010
País/espécie animal
Efetivos animais por espécie (10³ cabeças)
2007
2008
2009
2010
Portugal
Bovinos
1 491
1 495
1 447
1 503
Suínos
1 978
1 955
1 945
1 917
Caprinos
439
433
425
419
Ovinos
2 703
2 558
2 368
2 226
Aves
27 574
(ASD)
35 352
(ASD)
Pintos
24 715
(ASD)
32 233
(ASD)
Outras aves
2 859
(ASD)
3 119
(ASD)
São Tomé e Príncipe
Bovinos
0,9
0,9
0,9
0,9
Suínos
27,1
27,3
26,9
24,0
Caprinos e ovinos
27,9
28,4
27,5
28,2
Aves
209,0
209,6
212,1
208,9
Pintos
X
x
X
x
Outras aves
x
X
x
X
 Tabela:  (ASD)  Anos sem dados devido ao facto de os inquéritos serem bienais
 

Quadro 06: Pescado descarregado, 2003 – 2010
País/espécie aquática
Pescado descarregado (10³ t)
2007
2008
2009
2010
Portugal
Total
160,8
170,1
144,8
166,3
Peixes diádromos e de águas doces
0,1
0,1
0,1
0,1
Peixes marinhos
145,4
148,3
126,3
145,7
Crustáceos, moluscos e cefalópodes
15,3
21,7
18,3
20,5
Animais aquáticos diversos
0,0
0,0
0,0
0,0
Outros produtos aquáticos
0,0
0,0
0,0
0,0
São Tomé e Príncipe
Total
0,1
0,1
0,2
0,2
Peixes diádromos e de águas doces
0,0
0,0
0,0
0,0
Peixes marinhos
0,1
0,1
0,1
0,1
Crustáceos, moluscos e cefalópodes
0,0
0,0
0,0
0,0
Animais aquáticos diversos
0,0
0,0
0,0
0,0
Outros produtos aquáticos
0,0
0,0
0,0
0,0


INE de Portugal. Estatísticas da CPLP 2013. Disponível em: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=157850070&PUBLICACOESmodo=2  Acesso em: 29 jun. 2013