terça-feira, 27 de agosto de 2013

História da agricultura no Brasil

Ananda Bonfim 
Bruna Tomás
Ednângelo Duarte
Evanir Brasil
 Rafaela Arruda
Rafaelly Aguiar

A agricultura no Brasil é retrata desde o período pré-colonial, pelos indígenas que já estavam antes da chegada dos portugueses, eles praticavam a agricultura de subsistência, chegando ao período contemporâneo onde predomina a tecnologia e mecanização. A agricultura era uma prática conhecida pelos nativos, além de realizarem o extrativismo vegetal, quer para alimentação quer para subprodutos. Com a chegada dos europeus, os indígenas receberam a cultura mais forte e dominante, como foram influenciar dos pelos que aqui chegavam. Até a introdução do cultivo de exportação, o extrativismo do pau-brasil foi a primeira razão econômica da posse das novas terras por Portugal.
Após o descobrimento revelaram-se as riquezas naturais da terra não promissoras, assim se introduziu a produção de cana-de-açúcar na região Nordeste, com isto os portugueses introduziram a mão-de-obra escrava, para realizar as duras tarefas de cultivo da monocultura. A economia brasileira era em sua maior parte dependente da exportação do açúcar, que a despeito de ser trinta por cento mais barato que o produzido noutras partes, não possuía acesso aos mercados, vindo a declinar na segunda metade do século XVII. Muitas regiões produtoras, então, passaram a diversificar a produção, passando outras formas de plantio.
No fim do período colonial foi introduzido o café no país. Mas a produção somente se consolidou após a independência na região Sudeste. Com o grande peso econômico do café fez surgir uma nova oligarquia dominante no Brasil, os chamados Barões do Café. Como também aumentaram os movimentos de imigração, com o fim da escravidão, atingindo seu ápice nas chamadas política do café-com-leite e política dos governadores, esta última no governo Campos Sales, até a crise de 1929 encerrou este ciclo na década de 1930 e com a industrialização do país - com o capital oriundo do excedente cafeeiro. O cultivo do café fez fortunas no século XIX e influenciou a politica do país, mas á nos anos de 1902 a crise atinge seu ápice, o Brasil produzira mais de 16 milhões de sacas de café enquanto que o consumo mundial pouco ultrapassava os 15 milhões fazendo com que o preço do café, que já estava em queda, chegasse a 33 francos.
Assim houve uma necessidade de diversificação da economia que, entre outras atividades além das novas indústrias, começava a valorizar outros tipos de culturas. Além do que, o aumento da urbanização do país exigia também, o aumento do cultivo de matérias-primas. Mas, esta mudança tomaria forma mesmo, só a partir da década de 1940.

CALMON, Pedro: História do Brasil, São Paulo, 1939, vol. 1


FARIA, Caroline. Agricultura brasileira. Disponível em: <http://www.infoescola.com/agricultura/agricultura-brasileira/>. Acesso em: 08 jul. 2013.

Moçambique: Comunidades Rurais e Urbanas

Fernando de Barros Pinto
Joana D'arc Feitosa 
Natália Guimarães
Alana Rodrigues
J. Wilson N. de Souza
Eliene Campelo

Pode-se definir Comunidade Rural como sendo um local onde um grupo de pessoas se desenvolve e vive no campo, longe e afastado dos centros urbanos. Já a Comunidade Urbana pode ser definida como um local onde um grupo de pessoas se desenvolve e vive na cidade, centro urbano, longe e afastado do campo.
Em Moçambique, as comunidades rurais constituem a maioria dos moçambicanos, cerca de 70% da população vive em comunidades rurais, e apenas 30% vive em comunidades urbanas.
As comunidades rurais vivem basicamente da agricultura e criação de gado. Moçambique é um país agrícola, as comunidades rurais praticam como atividade principal uma agricultura doméstica/familiar que é responsável pela maior parte das culturas alimentares. Ainda resiste muito nas comunidades rurais, a questão da passagem de saberes pelos mais velhos e o conhecimento local. Se acontece alguma coisa na comunidade, ou se existe alguma dúvida quem poderá ter a resposta são os mais velhos, eles fazem o papel de professores, se no local não existir.
O conhecimento local, é aquele sobre a terra que vários agricultores sabem, transmitido socialmente ao longo do tempo, construído a partir da observação, da repetição e da cadência de fenômenos, e baseando a ação e a pequena prevenção.
Tem se visto hoje em dia a implantação de vários projetos que atuam nos sectores de agro-negócios, turismo e mineração nas zonas rurais. Tais projetos começam a agravar a situação de pobreza, carência e vulnerabilidade das comunidades rurais, pois a maior parte das promessas feitas em alegadas “consultas comunitárias”, está a ser simplesmente ignorada, perante o olhar das autoridades. As suas práticas alimentam um sistema corrupto, beneficiando-se das falhas existentes na implementação das leis em vigor no País e agravando, deste modo, as condições de vida já precárias da maioria das comunidades rurais. Sem contar, que as pessoas das comunidades rurais começam a migrar para os centros urbanos, a procura de melhores condições de vida, o que diminui a mão de obra no campo.
Nas comunidades urbanas, a proporção da população é calculada em 36 por cento. Três quartos desta população é composta de residentes informais. Os pobres urbanos, principalmente nos arredores das cidades, sobrevivem da agricultura de subsistência ou do trabalho temporário. Os esforços governamentais para reduzir desigualdades sociais tiveram êxito. De 1997 a 2003, a pobreza baixou em todo o país de 70 por cento a 54 por cento. Porém, a migração contínua para as cidades ofuscou este resultado nas zonas urbanas. Em Maputo, por exemplo, as taxas de pobreza, na verdade, aumentaram de 67 por cento a 70 por cento.
Em Moçambique, as cidades tendem a melhorar em todas as referências estatísticas comparativamente às zonas rurais. Embora as cidades tenham os seus próprios assuntos, grandes e complexos, elas tendem a estar em vantagem na avaliação dos indicadores de saúde básica, educação, renda e gênero. O lado negativo é que a desigualdade de renda é também bastante mais alta nas zonas urbanas. Assim, enquanto as cidades no geral tendem a ultrapassar as zonas rurais, há uma proporção significativa de populações urbanas cujas condições de vida são piores que as suas contrapartes rurais.
Pode-se então concluir a partir disto tudo que tanto a zona rural, como a zona urbana está numa situação de pobreza. Apenas Maputo e Beira, que são as maiores cidades de Moçambique se encontram 3 vezes melhor que as outras cidades e distritos do país.

Referências
- NGUIRAZE, André Camingara; AIRES, Jussara Danielle Martins. Moçambique: processos de participação das comunidades rurais no desenvolvimento local. In : Revista IdeAS – Interfaces em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade, Rio de Janeiro – RJ, v.5. n° 1, p. 30 - 65, 2011.
- Perfil do sector urbano em Moçambique. Disponível em: <http://www.unhabitat.org>. Acesso em 07 de Abril de 2012.

- COELHO, João Paulo Borges. Estado, Comunidades e Calamidades Naturais no Moçambique Rural. Disponível em: <http://www.ces.uc.pt/emancipa/research/pt/ft/clima.html>

- Mega-projectos estão a agravar pobreza nas comunidades rurais. Disponível em: <http://www.canalmoz.co.mz/hoje/20119-mega-projectos-estao-a-agravar-pobreza-nas-comunidades-rurais.html> Acesso em 07 de Abril de 2012.

domingo, 4 de agosto de 2013

Historia e geografia de Portugal

Juca Tura Co 
Albetino yala
Quando entrou no domínio da história escrita com a invasão romana da península Ibérica. A romanização deixou marcas duradouras na língua, na lei e na religião. Com o declínio do Império Romano foi ocupado por povos germânicos e depois por árabes, enquanto os cristãos se recolhiam a norte, nas Astúrias.
Em 1139, durante a reconquista cristã, foi fundado o Reino de Portugal a partir do condado Portucalense, nascido entre os rios Minho e Douro. A estabilização das suas fronteiras em 1249 tornou Portugal o primeiro Estado-nação europeu.1 Como pioneiro da exploração marítima na Era dos Descobrimentos, o reino de Portugal expandiu os seus territórios entre os séculos XV e XVI, estabelecendo o primeiro império global da história, com possessões em África, na América do Sul, na Ásia e na Oceania. Em 1580 uma crise de sucessão resultou na União Ibérica com Espanha. Sem autonomia para defender as suas posses ultramarinas face à ofensiva holandesa, o reino perdeu muita da sua riqueza e status. Em 1640 foi restaurada a independência sob a nova dinastia de Bragança. O terramoto de 1755 em Lisboa, as invasões espanhola e francesas, resultaram na instabilidade política e económica. Em 1820 uma revolta fez aprovar a primeira constituição portuguesa, iniciando a monarquia constitucional que enfrentou a perda da maior colónia, o Brasil e, no fim do século, a perda de estatuto de Portugal na chamada partilha de África.
geografia
As fronteiras de Portugal estão definidas por montanhas e rios, sendo o interior montanhoso, descendo para planícies largamente cultivadas. O ponto mais alto do território português é a Montanha do Pico, situada na Ilha do Pico, arquipélago de Açores, com 2 351 metros de altitude. Portugal é atravessado por três grandes rios (Douro, Tejo e Guadiana), tendo estes a sua nascente em Espanha e desembocando nas principais cidades do país.
A parte continental tem forma rectangular com comprimento máximo de 561 Km entre Melgaço no Minho e o cabo de Santa Maria no Algarve, de largura, 218 Km entre a foz do Neiva até ao rio Douro no sentido Norte-Nordeste de Miranda do Douro. Do território 11,6% está acima dos 700 m de altitude e 13,1% não atinge os 200 m, sendo 61,5% a Sul do Tejo.
O clima mediterrânico está presente por todo o território continental português, divindindo-se em 2 subtipos, segundo Köppen: Csa e Csb. A versão mais pura está presente a sul da Serra da Estrela, que possui temperaturas elevadas no Verão e Invernos frescos, sendo que os Verões são secos e os Invernos mais húmidos. Ao norte da Serra da Estrela, no Nordeste do país, está presente um mediterrânico continentalizado, mais húmido e com temperaturas médias mais baixas, sobretudo nas zonas altas, enquanto as zonas baixas, no Vale do Douro, registam valores altos, semelhantes aos do sul do país, como Pinhão, com média anual de 16,4°C.1 No Litoral Norte (no Noroeste do país), o clima é mediterrânico com influência marítima, e possui Verões moderados.

Bibliografia

Livros
Anderson, James Maxwell. In: James Maxwell. The History of Portugal, Greenwood histories of the modern nations. Westport: Greenwood Publishing Group, 2000. ISBN 0313311064
al-Maqqari, Ahmed Mohammed. In: Ahmed Mohammed. The History of the Mohammedan Dynasties in Spain; extracted from the Nafhu-T-Tib Min Ghosni-L-Andalusi-R-RattibWaTarikhLisanu-D-Din Ibni-L-Khattib- VOL. II.. Nova Iorque: Johnson Reprint Corporation, 1964. ISBN 0313311064
Azevedo, J. Lúcio d'. In: J. Lúcio d'. O marquês de Pombal e a sua época. Open Library: Annuario do Brasil, Seara Nova, 1922.
Barreira, Aníbal; Moreira, Mendes. In: Aníbal. Rumos da História. Porto: Edições ASA, 2003. ISBN 972-41-2899-7
Boxer, Charles Ralph. In: Charles Ralph. Four Centuries of Portuguese Expansion, 1415-1825: A Succinct Survey. Berkeley: University of California Press, 1969. ISBN 0520014197

Cavendish, Marshall. In: Marshall. World and Its Peoples: Portugal and Spain. New York: Marshall Cavendish Corporation, 2009. ISBN 0761478922

Guiné-Bissau: Características Geográficas

Natália Guimarães
Alana Rodrigues
J. Wilson N. de Souza
Eliene Campelo
Fernando de Barros Pinto
Joana D'arc Feitosa 

O país de Guiné-Bissau está localizado na parte ocidental da África, possui uma área de 36.125 km² e faz fronteira com Senegal, Republica de Guiné e o oceano Atlântico.
O país tem uma área de baixa altitude, sendo este formado por áreas de savanas no interior e o litoral por planícies pantanosas. Em relação ao clima, o país apresenta clima tropical, apresentando assim características típicas dos países tropicais, sendo este quente e húmido, possui duas estações, a de chuva e a estação seca.
Em relação ao relevo, identificam-se três regiões, a continental que possui planícies baixas, em forma de estuários, e zona planáltica interior pouco elevada, a região de transição no centro, caracterizada por planaltos ondulados e a zona de planalto e de colinas localizada na Região Gabú – Boé.
Os solos de Guiné-Bissau destacam-se em três tipos principais: os ferralíticos e ferruginosos tropicais, os lícitos e litosolos e os hidromórficos continentais, sendo esse ultimo considerado os melhores solos da África.
Guiné-Bissau dispõe de vários rios, nos quais os principais são o Rio Cacheu, o Rio Geba, o Rio Corubal, o Rio Tombali, o Rio Cumbija e o Rio Cacine, a maioria são penetrados pelas aguas do mar, muitos deles são usados para navegação. Alguns ainda são usados como reservatórios de agua doce, utilizados para o abastecimento das populações. Os rios no país são de grande importância também para a alimentação, uma vez que grandes quantidades de peixes são extraídas para tal atividade, outro fator importante é a utilização dos rios para as produções agrícolas e a exploração energética.
Em Guiné-Bissau a agricultura é à base da economia do país, isso pelo peso que ela desenvolve na economia nacional e também no consumo da população.  A área favorável às atividades agrícolas é referente a uma 1.100.000 hectares, o que representa um terço da área total do país.
Das culturas produzidas no país as principais são as de arroz, amendoim, mandioca, milho, sorgo, batata doce, entre outros. Tendo ainda as culturas destinadas ao comercio como as castanhas de caju, amendoim de palmeiras, frutas tropicais, entre outras (Plano de Acção dos PMA, pag. 8, 2000).

Referencias:
Portal: Guiné-Bissau. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Guin%C3%A9-Bissau>.  Acesso em 08 de julho de 2013.

 Características Geográficas e Climáticas. Disponível em: <http://www.didinho.org/caracteristicasgeograficaseclimaticas.html>. Acesso em 08 de julho de 2013. 

ANALISE DOS LIMITES DA PRODUÇÃO APLICADOS Á AGRICULTURA PORTUGUESA

JUCA TURA CO 
ALBERTINO YALA

Foi efetuada uma análise dos limites da produção aplicados à agricultura portuguesa através da PAC, para determinar o grau em que são restritivos. Atualmente são aplicadas limitações da produção praticamente em todos os sectores, mas as mais sensíveis são as que se aplicam ao sector das culturas arvenses (cereais/oleaginosas/proteaginosas), às vacas em aleitamento, aos bovinos machos, ao leite, ao algodão, ao açúcar e ao azeite. No sector das culturas arvenses, os limites da produção são aplicados em todo o país, através de limitações das superfícies e de rendimentos de referência. No que se refere à superfície, aplicam-se atualmente limites da superfície de base, da superfície de base de regadio e da superfície máxima garantida, para o trigo duro. De acordo com os pedidos de pagamentos de 2002/03, as superfícies para que foram pedidas ajudas são inferiores ao nível máximo da superfície de base, bem como ao da superfície de base de regadio. No caso do milho, a superfície de base é de 221 400 ha e a superfície para a qual foram apresentados pedidos é de 190 632 ha. Além disso, não foi ainda utilizada até à data a reserva de 60 000 ha prevista no âmbito da Agenda 2000 para as novas superfícies de regadio. Pode concluir-se,portanto, que atualmente esses limites máximos não são restritivos.
 No caso da carne de suíno e de aves, uma função de oferta em que o preço anual (com 1 período de atraso, para o caso dos suínos) e o preço do milho são as variáveis explicativas permitiu obter bons resultados. No caso das outras carnes, não foi possível determinar uma função de oferta adequada.
No caso do trigo duro, a situação é menos clara. Foram apresentados pedidos para 189 632 ha, quando a superfície elegível é de 118 000 ha, ou seja, uma ultrapassagem de perto de 60%, que desencadeou uma redução proporcional do montante do suplemento ao trigo duro. Para pôr em perspectiva esta ultrapassagem, recorde-se que a superfície elegível aumentou de 20 000 ha, em 1993, para 118 000 ha, no âmbito da Agenda 2000.  âmbito do regime de ajudas às culturas arvenses, a superfície de base foi sistematicamente subutilizada, tal como se tem verificado sempre desde que o regime começou a ser aplicado, em 1993. Em todas as campanhas de comercialização do período de 1993- 2002, entre 10% e 25% das superfícies elegíveis não receberam ajudas, devido ao fato de não terem sido apresentados pedidos.
Observe-se também que em Portugal o rendimento de referência foi estabelecido em 1993 a um nível que permitia futuros aumentos do rendimento. Até à data os rendimentos efetivos têm sido inferiores ao rendimento de referência e atualmente o rendimento de referência é superior em 20% ao rendimento efetivo. Finalmente, registou- se um aumento significativo das superfícies retiradas da produção, que atingiram em 2002 22% da superfície total; a taxa de retirada de terras da produção foi significativamente mais elevada no Alentejo e no Algarve, ao mesmo  tempo que as superfícies forrageiras que beneficiam de ajudas estão a diminuir. No que se refere ao sector da carne de bovino, no âmbito da Agenda 2000 o número de prémios foi reduzido em 3% em Portugal, em comparação com 5,5% para a EU no seu conjunto. O limite máximo do número de prêmios às vacas em aleitamento é atualmente de 277 539 cabeças (sem os prémios à reconversão). Foram apresentados pedidos para 279 819 cabeças, uma ultrapassagem de menos de 1% que é conforme com a tendência verificada em quase todos os Estados-Membros, se bem que em Portugal a diferença entre o número de direitos ao prémio e o número efetivo de animais seja mais elevada (21%) do que a média da UE (10%).Em 2002 o limite máximo para os prémios aos bovinos machos estabelecido para Portugal era de 160 720 cabeças (sem os prémios à reconversão) e foram apresentados pedidos para 175 047, uma ultrapassagem de 9%. Em 2001/02 a quota leiteira portuguesa de 1 861 171 t foi excedida em muito pouco, por uma produção de 1 862 625 t. Porém, de acordo com a decisão do Conselho Europeu de Nice, a quota leiteira de 73 000 t dos Açores não foi tida em conta, pelo que até à data não foi paga nenhuma imposição suplementar. Esta derrogação especial acabou em Abril de 2003. Portanto, de futuro Portugal deverá pagar a imposição suplementar se exceder a quota. Em 1991 a quota foi fixada a um nível superior em 25% ao do consumo e atualmente a manteiga é objeto de uma intervenção quase permanente. A quantidade máxima garantida de algodão fixada para Portugal é de 1 500 t, mas a produção anual ainda não atingiu esse nível. A quantidade máxima garantida para o azeite português são 51 244 t e a produção também não atingiu nunca esse nível.
A quota total de açúcar para Portugal Continental é de 69 718 t (A+B) e em 2002/03 a produção foi de 78 000 t. As quantidades que excedem a quota (açúcar C) transitaram para a campanha de comercialização seguinte. Nos Açores, a quanta é de 9 953 t e a produção em 2002/03 foi apenas de 620 t. Uma vez que ao longo destes últimos dez anos raramente limitaram a produção, instrumentos de gestão da oferta setorial como as superfícies máximas garantidas, as quotas, os limites máximos nacionais e regionais, etc., contribuíram pouco para cercear o desenvolvimento da agricultura portuguesa, se bem que, nos últimos anos, as autoridades portuguesas tenham manifestado o seu receio de que essas limitações estejam a desempenhar um papel mais importante do que no passado.
Referencias
eurostat,income from agricultura atectivo(2001 edition
para sau; agricultura estatístico(aurastat)
inquérito é estrutura das explorações agriculturas(aurastat)

inquérito estrutura das explorações(agricultura)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Um pouco da Historia, característica geográfica, e uso da terra total de são tome príncipe

Juca tura co
Albertino yala

As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, quando os navegadores portugueses João de Santarém e Pedro Escobar as descobriram.
Os portugueses colonizaram-na com cristãos-novos que tinham sido expulsos pela Inquisição.
A cana-de-açúcar foi introduzida nas ilhas no século XV, mas a concorrência brasileira e as constantes rebeliões locais levaram a cultura agrícola ao declínio no século XVII. Assim sendo, a decadência açucareira tornou as ilhas entrepostos de escravos para o Caribe e para o Brasil.
No contexto da Dinastia Filipina, o capitão António Monteiro Maciel jurou fidelidade ao novo monarca em 10 de junho de 1581.
Entre as principais dificuldades por que passaram as ilhas no final do século XVI destacam-se as revoltas de africanos entre 1590 e 1595, das quais a mais importante foi a Revolta dos Angolares. Na Ilha do Príncipe, em representação do governo havia o Administrador do Conselho com largas atribuições. A colónia achava-se dividida em dois Conselhos, o de São Tomé e o do Príncipe, e em várias freguesias.
Em 1951 o território adquiriu o estatuto de Província Ultramarina portuguesa, sendo feito um esforço de desenvolvimento na agricultura, vias de comunicação e da educação.
Em 1960, por influência do processo de descolonização no continente africano, surgiu um grupo nacionalista opositor ao domínio ditatorial português. Em 1972, o grupo dá origem ao MLSTP (Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe), de orientação marxista. Assim, em 1975, após cerca de 500 anos de controle de Portugal, o arquipélago é descolonizado, como consequência da Revolução dos Cravos em Portugal, um ano antes.
Características geográficas
Área      17 km²
População (2005)            56.166
Densidade          180 hab./km²
Clima     Tropical
Altitude               137 metros
Uso da terra em São Tomé e Príncipe
Área total           2012      960         km2
Densidade populacional              2011      187.0     pessoas por km2
Área total por 1000 habitantes  2011      5.3          km2 por 1000 pessoas
Área de terra    2012      960         km2
Área de terra por 1000 habitantes          2011      5.3          km2 por 1000 pessoas
Área de terra (percentagem da área total)         2011      100.0     % Da área total
Superfície da água          2012      0             km2
Superfície da água por 1000 habitantes                2011      0.0          km2 por 1000 pessoas
Superfície da água (percentagem da área total)               2011      0.0          % Da área total
Terras agrícolas                2007      570         km2
Terras agrícolas por 1000 habitantes      2007      3.2          km2 por 1000 pessoas
Terras agrícolas (percentagem da área total)     2007      59.4       % Da área total
Terras agrícolas (percentagem da área terrestre)            2007      59.4       % Da área terrestre
Terra arável       2007      90           km2
Terra arável por 1000 habitantes             2007      0.5          km2 por 1000 pessoas
Terra arável (percentagem da área total)            2007      9.4          % Da área total
Terra arável (percentagem da área terrestre)   2007      9.4          % Da área terrestre
Terra arável (porcentagem de terras agrícolas) 2007      15.8       % Da área agrícola
Culturas permanentes  2007      470         km2
Culturas permanentes por 1000 habitantes        2007      2.6          km2 por 1000 pessoas
Culturas permanentes (percentagem da área total)      2007      49.0       % Da área total
Culturas permanentes (percentagem da área terrestre)             2007      49.0       % Da área terrestre
Culturas permanentes (porcentagem de terras agrícolas)           2007      82.5       % Da área agrícola
Prados e pastagens permanentes          2007      10           km2
Prados e pastagens permanentes por 1000 habitantes 2007      0.1          km2 por 1000 pessoas
Prados e pastagens permanentes (percentagem da área total)               2007      1.0          % Da área total
Prados e pastagens permanentes (percentagem da área terrestre)      2007      1.0          % Da área terrestre
Prados e pastagens permanentes (porcentagem de terras agrícolas)    2007      1.8          % Da área agrícola
Área de floresta              2007      274         km2
Área de floresta por 1000 habitantes     2007      1.5          km2 por 1000 pessoas
Área de floresta (percentagem da área total)   2007      28.5       % Da área total
Área de floresta (percentagem da área terrestre)          2007      28.5       % Da área terrestre
Outra terra         2007      116         km2
Outra terra por 1000 habitantes               2007      0.6          km2 por 1000 pessoas
Outra terra (percentagem da área total)             2007      12.1       % Da área total
Outra terra (percentagem da área terrestre)    2007      12.1       % Da área terrestre.

Referencias

Descobrimento e Colonização de São Tomé e Príncipe

Everlania Felix
 Mykaelly Morais
 Júnior Pinheiro
Dálber Silva.

Até meados do ano de 1470, as ilhas de São Tomé e Príncipe permaneceram desabitadas. Até que no dia 21 de dezembro desse mesmo ano, os navegadores portugueses, João de Santarém, e Pero de Escobar, descobriram o arquipélago. Mas foi somente no dia 17 de dezembro que eles descobriram a ilha que recebeu o nome de Santo Antão, ou Santo Antônio Abade, que hoje é denominada Ilha do Príncipe por ter pertencido, ao príncipe Dom João, que mais tarde se tornaria o rei Dom João II.
Apesar de serem desabitadas, as ilhas não foram imediatamente colonizadas. Isso só veio a ocorrer, no ano de 1485, quando os colonos portugueses que haviam sido expulsos pela inquisição, por serem os cristãos-novos, começaram a colonizar a ilha. Um dos primeiros colonizadores foi João de Paiva, a quem Dom João II havia doado uma ilha.


Por volta de 1500, os portugueses passaram a cultivar em São Tomé devido ás condições favoráveis de seu clima, a cana-de-açúcar. Fazendo com que a ilha exportasse açúcar para o continente europeu. Além dos lucros obtidos da cana-de-açúcar, ainda havia outras fontes de rendimentos, como: a produção de pimenta, e a exportação de madeira.



Quanto a sua população nessa época, era composta de várias classes sociais: os grandes senhores portugueses, clero, colonos portugueses, escravos, e esforros (eram escravos dos primeiros colonos, e seus descendentes, que haviam recebido a liberdade de Dom Manuel I, através de uma carta de alforria).


No final do século XVI, a ilha viveu um período conturbado, devido ás revoltas angolares, (população que habitava a zona sul da ilha, as quais alguns autores afirmam serem os povos nativos da ilha, já outros acreditam que eram apenas escravos sobreviventes do naufrágio de um navio negreiro), e os ataques de corsários provenientes de nações europeias, além de confrontos internos, entre os colonos.


Referência:

SÃO Tomé e Príncipe – Wikipédia, a enciclopédia livre Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9_e_Pr%C3%ADncipe>. Acesso em: 03 jul. 2013.
SÃO Tomé e Príncipe - Infopédia Disponível em: <http://www.infopedia.pt/$sao-tome-e-principe>. Acesso em: 02 jul. 2013.


PROCESSO de colonização de São Tomé e suas consequências. Disponível em: <http://trabalhosaotomeeprincipe.blogspot.com.br/2011/11/processo-de-colonizacao-de-sao-tome-e.html>. Acesso em: 02 jul. 2013.